Gabriel O Pensador e Ana Lima são vítimas de golpe de mais de R$ 40 mil
Ex- casal alugou apartamento mobiliado em São Conrado, na Zona Sul do Rio. Suspeita não pagou taxa de condomínio, IPTU, contas de gás, luz e TV a cabo.
Gabriel O Pensador em show comemorando
sucesso de Tropa de Elite 2 (Foto: Lucíola Villela/G1)
O cantor e compositor Gabriel O Pensador, e a ex-esposa dele, a atriz
Ana Lima, foram lesados em mais de R$ 40 mil por uma mulher suspeita de
estelionato, e que é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro
desde 2003. A mulher, de 64 anos, é alvo de cinco inquéritos: três deles
na 14ª DP (Leblon), e outros dois na 15ª DP (Gávea).
O advogado de Gabriel O Pensador, Diogo Souza, disse que o cliente vai pedir indenização por danos materiais e morais.
De acordo com informações da 15ª DP, a suspeita é investigada em todos
os inquéritos por dar o mesmo tipo de golpe ao alugar residências de
alto padrão. Ela se apresentava como advogada, ou corretora de imóveis, e
fazia a intermediação da locação em nome de terceiros.
Entretanto, após utilizar indevidamente documentos de outras pessoas e
até falsificar assinaturas para fechar os contratos, quem ocupava o
imóvel alugado era a acusada. Após algum tempo, aluguel e taxas deixavam
de ser pagos, e os proprietários ficavam no prejuízo. Um dos objetivos
com os golpes, segundo informações da polícia, era manter um alto padrão
de vida.
Foi o que aconteceu com o apartamento de propriedade de Gabriel O
Pensador, e de Ana Lima, em um condomínio de luxo em São Conrado, na
Zona Sul do Rio. No quarto mês, após não receber o valor do aluguel, o
cantor e a atriz foram até o imóvel, e acabaram se surpreendendo.
Além de descobrirem que quem morava no apartamento não era o homem que
teria assinado o contrato e sim a suposta corretora, eles souberam por
amigos e pelo porteiro que a suspeita se apresentava como advogada ou
mãe de Ana Lima.
Suspeita não pagou 4 meses de condomínio e IPTU
“Eu me senti uma trouxa. Eu agi de boa fé e tenho vivido um inferno
nesses últimos meses. Já chorei muito”, contou a atriz. Ela recorda que a
suspeita simulou uma ligação para ludibriá-la. “No dia em que ela ia me
apresentar o homem que ficaria no apartamento, ela atendeu um
telefonema e, ao desligar, me disse: ‘Aninha, ele teve um problema e não
vai poder vir. Mas fica tranquila que vou levar o contrato para ele
assinar”, lembra.
Ana Lima descobriu que não foram pagas as taxas de condomínio, do
Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além das contas de gás, luz
e TV a cabo. “Como aluguei o apartamento mobiliado, fiquei com medo de
ela roubar alguma coisa”, ressaltou. Além disso, a atriz contou que, nos
quatro meses em que ficou no imóvel, outro golpe foi dado em outro
proprietário de apartamento no condomínio.
A 15ª DP informou que localizou o homem cujo nome consta no contrato de
locação, e que ele negou ter assinado o documento. Segundo o advogado
de Gabriel O Pensador, ao fazer a intermediação, a suspeita disse que o
apartamento era para o presidente de uma multinacional. Mas, na verdade,
de acordo com a delegada, a pessoa de quem a suspeita se apropriou do
nome trabalha como balconista.
O balconista informou à delegada Bárbara Lomba, então lotada na 15ª DP,
que entregou os documentos porque ela teria se apresentado como
advogada à esposa dele, que, na época, trabalhava como empregada
doméstica na casa da suspeita. Ela teria pedido os documentos para
supostamente ajuizar uma ação em favor do balconista. Agentes da 15ª DP
já descobriram que a suspeita não tem registro na Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB). O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de
Janeiro (Creci-RJ) informou que ela não possui registro de corretora.
Ana Lima informou que duas amigas dela também foram lesadas. “O que
espero é que as pessoas que sofram algum golpe vão à polícia prestar
queixa, pois só assim esses estelionatários serão presos”, concluiu a
atriz.
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A boa fase
do mercado imobiliário no Rio chegou para ficar também na Zona Norte. Em bairros
como Bonsucesso, Olaria, Penha e Ramos, imóveis para locação já são uma
raridade. Melhorias na infraestrutura previstas para os Jogos Olímpicos de 2016,
facilidades de financiamento e, claro, um garoto-propaganda e tanto como o
cantor Dicró, fizeram da área da Leopoldina umas das regiões mais procuradas do
momento.
Em Ramos, o aumento da demanda por moradias está gerando mais
empregos não só na construção, como também nas imobiliárias. Há 25 anos no
mercado, Josimar Araújo, ou somente Araújo, como é conhecido, teve que contratar
mais funcionários e abriu uma nova loja, para dar conta da demanda.
—
Antigamente, a burocracia para o financiamento de imóveis era enorme, agora o
cliente pode financiar direto na loja — conta Araújo, dono da Luz Assessoria
Imobiliária.
Trunfo da região
Até
março, a Caixa Econômica Federal disponibilizou R$17 bilhões em financiamentos
imobiliários em todo o país. O valor é recorde, mas além do financiamento, o
vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, aponta o custo-benefício da
região como o grande trunfo:
— O fácil acesso à região, a proximidade
com o Centro e o processo de revitalização do Cais do Porto estão levando
moradores e investidores para a Zona Norte.
Um dos novos empreendimentos
na região é o condomínio Rossi Ideal Vila Cordovil, com 440 unidades.
Aproveitando o bom momento, a construtora Rossi lançou uma promoção para este
fim de semana. Os apartamentos de três quartos serão vendidos a R$120 mil, quase
o preço do de dois, que é R$115 mil.
Segundo José Romão Filho, diretor
da Ética Imobiliária na Vila da Penha, as vendas de imóveis usados seguiram o
rastro e cresceram 25% nos três primeiros meses do
ano.
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A rota no mapa residencial do Rio está ganhando um novo traçado
e incluindo áreas que estiveram esquecidas nos últimos anos por quem procura um
imóvel. É da Zona Norte que vêm as estrelas do momento no mercado imobiliário.
A demanda por moradias tem sido tão grande que em alguns bairros já é difícil
encontrar ofertas de aluguel. Muitos querem entrar, ninguém quer sair. De olho
na revitalização dos subúrbios, as construtoras voltam suas baterias para a
região, lançando empreendimentos com uma infraestrutura de lazer que nada deixa
a dever aos condomínios de bairros mais nobres. Imobiliárias contratam pessoais
e abrem filiais para dar conta do número crescente de clientes. Enfim, o
sucesso é total.
As novidades da cobiçada Zona Norte são o destaque do nosso informativo.
Confira e entre nesta rota.
Tenham uma ótima semana!
Edecio Cordeiro - Presidente
em exercício do Creci-RJ
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A perspectiva de queda da taxa básica de juros (selic) – que corrige os títulos dos fundos de renda fixa - pelo Banco Central, hoje em 11,25% ao ano, a incerteza quanto ao futuro da poupança (em cuja responsabilidade o governo ameaça mexer) e a instabilidade do mercado financeiro, incluíram novamente o investimento em imóveis na discussão sobre aplicações financeiras. Depois de um período em que os negócios ficaram mais raros, as transações imobiliárias começam a voltar no último trimestre de 2008 e nos dois primeiros meses de 2009.
E são capitaneadas especialmente por quem tem intenção de usar os bens como um meio de obter renda via aluguel mensal. Segundo executivos do setor, a busca por imóveis tem sido puxada principalmente pelos investidores conservadores, escaldados pela traumática experiência no mercado de ações.
Alguns tem preferido “realizar o prejuízo”, que no jargão do mercado, quer dizer vender as ações por um preço mais baixo que pagou e perder uma eventual recuperação, e investir os cacos em imóveis.
Procura maior é por imóvel comercial, que rende mais.
A tirar pelos resultados dos lançamentos recentes, a busca tem crescido especialmente no segmento de salas comerciais, o que prova que se trata de investidores. Nesse segmento, o aluguel corresponde a um percentual maior do imóvel por mês, e pode chegar até 1,5%.
Provavelmente, são investidores. A gente não imagina que, no meio da crise, as empresas estejam crescendo (e comprando mais salas). O investidor saiu do mercado imobiliário por opção de rendimento maior e esta voltando agora, fazendo a opção pela segurança
A figura tradicional do investidor de imóveis – que marcou presença nos anos 1980, na época da inflação galopante – foi sumindo do mercado ao longo dos anos 1990, diante de opções financeiras mais rentáveis.
A escolha pelo perfil popular é explicada pela maior rentabilidade. Além disso, diz a procura de possíveis moradores é maior, pois estes imóveis atendem tanto solteiros quanto a famílias pequenas. Portanto, ficam menos tempo desocupados, um dos riscos do investimento.
Calculamos que os imóveis residências de baixo valor podem dar um rendimento mensal de 1% a 1,5% fora a valorização anual do imóvel que gira em torno de 12% a 15%.
- O mercado imobiliário está beneficiado pelo aumento da procura por ativos reais.
Consócio pode ser saída para quem quer começar.
Para quem quer fazer dinheiro no setor mas tem poucos recursos os consórcios são boas opções. Após dar o lance, receber o valor para compra do imóvel e comprá-lo, o investidor pode alugar o bem. A renda do aluguel tende a ser superior às prestações, ainda mais mbaixas do que as de um financiamento, e pode ajudar a pagar o plano.
(Fonte: Jornal O Globo - 23 de março de 2009.)
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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento pela sua Terceira Seção, estabeleceu que os fiadores de imóveis alugados são responsáveis pelos débitos dos inquilinos afiançados até a entrega das chaves, desde que conste dispositivo expresso em contrato, de acordo com a Lei do Inquilinato. A decisão, tomada durante sessão realizada no dia 22 de novembro, em Brasília, põe fim às dúvidas sobre as responsabilidades de fiadores nos casos de "prorrogação automática" dos contratos de locação.
Recentes interpretações do Judiciário desobrigavam o fiador após o simples término do contrato, mesmo que ele fosse prorrogado "automaticamente", conforme cláusula comum nos contratos de locação, o que gerava insegurança jurídica no mercado.
Segundo Pedro Wáhmann, coordenador da Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI), a instabilidade jurídica é fonte de desestímulo de novos investimentos no setor de locação de bens imóveis no Brasil. A posição adotada pelo STJ afasta a intranquilidade no mercado de locação, e é possível que essa decisão possa trazer de volta os locadores que estavam temerosos, especialmente nas grandes capitais.
De acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Fundação João Pinheiro, cerca de 4 milhões de imóveis estão fechados porque os proprietários têm receio das cláusulas referentes às garantias de recebimento dos valores dos aluguéis. Quase 90% dos contratos locatícios, no Brasil, são firmados através da garantia de fiadores.
Trilogia do mercado de locação
Sob a tutela da CBCSI, há 8,2 milhões de contratos de locação predial urbana que utilizam a ferramenta da fiança como principal garantia. Motivo forte o suficiente para que a decisão do STJ seja comemorada pelos membros da Câmara.
"Somente com o patrocínio da segurança negocial e a agilização da dinâmica de retomada do imóvel alugado, especialmente nos casos de inadimplência, poderemos sonhar em nos equiparar aos países desenvolvidos, que têm no setor de locação a garantia de moradia digna, fomento constante de novos investimentos, criação de empregos e geração de tributos", argumentou Leandro Ibagy, coordenador de Locação da CBCSI.
Desenvolvimento do mercado de locação
Para os empresários do setor imobiliário, a aceleração dos procedimentos para retomada judicial dos imóveis, que hoje leva em média 14 meses, no Brasil, também é um fator fundamental para o desenvolvimento do mercado de locação. "Muitos imóveis permaneceram fechados durante longo tempo, tanto em função do elevado índice de insegurança jurídica quanto em razão da morosidade do Judiciário", disse Ibagy.
O déficit habitacional brasileiro é estimado em 7,2 milhões de imóveis, segundo o coordenador da Câmara. "Com o aumento da segurança jurídica, além da incorporação de imóveis ociosos, o ambiente pode fomentar novos investimentos na atividade imobiliária da construção civil, importante para a queda do número extremamente elevado de déficit habitacional", concluiu.
A redução da carga tributária que incide sobre a locação de imóveis completa a trilogia indispensável à boa saúde do mercado de locação. A tributação elevada também é um desestímulo à ampliação da oferta de imóveis para aluguel.
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Com o objetivo de investir suas obras, boa parte dos brasileiros aplica suas economias na compra da casa própria, um sonho caro, por muitas vezes impossível para alguns, e associado a conceitos como segurança, conforto, status, patrimônio, etc. A discussão em torno do tema é sempre acalorada, e, dado que emoção e bons negócios quase nunca andam juntos, procurarei no artigo de hoje fornecer argumentos que o auxiliem em sua decisão.
· A ESCOLHA: Baseie-se nos critérios que você mais valoriza, tais como localização, sol da manhã, área útil, acabamento, vagas de garagem, etc. Entendo que ninguém possa (ou deva!) interferir naquilo que lhe dá prazer ou utilidade, mas alerto quanto a outros itens que nem sempre estarão visíveis na hora da compra: vizinhança, documentação, valores de condomínio e IPTU, por exemplo, são fatores que podem transformar seu sonho em pesadelo... Lembre-se que, por ser um ativo de pouca liquidez, desfazer-se do negócio nem sempre é simples ou rápido. Analise com cuidado estas questões.
· IMÓVEIS EM CONSTRUÇÃO: Tem a vantagem de serem comercializados por preços melhores do que os prontos; todavia, enquanto você não receber as chaves, o risco quanto à entrega é todo seu. Evite sustos pesquisando as empresas envolvidas (construtora, incorporadora, corretora) e leia cuidadosamente a documentação que irá assinar, usualmente uma promessa de compra e venda, e não uma escritura definitiva, o que poderá trazer riscos adicionais. Consulte um advogado se tiver dúvidas.
· IMÓVEIS USADOS: Usualmente são mais baratos, podem forçá-lo a gastar mais com reformas e consertos do que a diferença de preço para os mais novos. Cuidado!
· VENDA EM LEILÃO: Há boas ofertas, com preços imperdíveis; além das recomendações anteriores, vale verificar como você irá financiá-lo e como (e quando) você conseguirá desocupá-lo.
· SEM PRESSA: Alguns corretores botam pressão pra que você decida o mais rápido possível... Se estas forem as condições, deixe passar, afinal, um imóvel, em termos de prazo, é quase um casamento, e ninguém casa sem antes namorar, não é mesmo?
· RESERVAS: Não zere-as para comprar um imóvel, pois uma emergência pode deixá-lo em maus lençóis. Um casal torrou suas economias comprando um imóvel à vista. Por infelicidade, ambos perderam seus empregos e, hoje, têm uma dívida considerável. Possivelmente precisarão vender o imóvel, com a frustração e o desconforto que a situação lhes trará.
· USO DO FGTS: O fundo tem rendido bem menos do que a inflação; se puder, utilize-o para adquirir seu imóvel, aumentando assim suas reservas de segurança ou diminuindo o saldo a financiar.
FINACIAMENTO: Os bancos oferecem várias opções, cabendo a você avaliar taxas, prazos, prestações e saldo. De qualquer forma, recomendo cautela, procurando financiar o mínimo possível para gastar menos com juros. Financiamentos e outras questões financeiras associadas aos imóveis, entretanto, são assuntos extensos; merecerão análise, necessitando uma consulta com um advogado.
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Uma grande parte das famílias brasileiras vivem exclusivamente do aluguel. Fora das estatísticas, administradoras de empresas e especialistas em mercado imobiliário garantem: alugar um imóvel hoje, mais do que nunca, é uma boa opção de investimento.
Vantagens
Em tempos de turbulências econômicas, o imóvel é um investimento seguro. E, além da rentabilidade da locação, ele se valoriza ao longo dos anos. Apesar dos aluguéis terem caído muito, algumas locações ainda têm rentabilidade melhor do que muitas aplicações, como a poupança.
É muito comum as administradoras possuírem clientes com dezenas de imóveis para locação. Principalmente após a Lei do Inquilinato, a locação se tornou um investimento atrativo. Depois, com a estabilidade da moeda, os proprietários ficaram em situação mais cômoda. Não há mais a defasagem no aluguel como nos tempos de inflação alta.
Antigamente era habitual as pessoas aplicarem suas economias na compra e construção de pequenos imóveis. Esses bens foram passando de pai para filho e ainda hoje contribuem para aumentar a renda de muitas famílias.
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O mercado de imóveis está crescendo bastante no Brasil, mas qual são os imóveis com maior potencial de valorização?
Olha, eu aposto nos imóveis para o público de baixa renda. Imóveis simples em bairros de pereiferia costumam trazer alegrias a longo prazo.
Primeiro prorque a Prefeitura de tempos em tempos promovem melhorias no bairro, principalmente nos anos eleitorais. Esses aprimoramentos, feitos com dinheiro público, acabam valorizando o imóvel popular que, geralmente, não pagam IPTU. Além disso a procura por habitação é enorme nas classes menos favorecidas enquanto que a oferta ainda é muito deficiente. Ao contrário, imóveis para as classes de maior renda são ótimos como moradia mas dificilmente tem preços elevados nos ganhos de longo prazo. Alguns dizem que são áreas valorizadas mas, na verdade, já se valorizaram, os preços já subiram, apesar de pagar IPTUs caros, as prefeituras fazem pouco pelos bairros nobres, as estruturas já estão prontas e, no máximo, as boas administrações regionais fazem uma simples conservação, além disso, imóveis de luxo enfrentam modismos.
É... Não é nada facil agradar uma clientela exigente, sempre sintonizada com novas tendências.
Resumindo: No longo prazo imóveis de luxo perdem a corrida para imóveis simples em bairros pobres.
Mauro Halfeld para a CBN.
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Ao contrário do que acontece com as ações os preços dos imóveis dificilmente caem numa crise de curta duração.
O preço dos imóveis fica estacionado, e, no máximo, a liquidez desaparece, até que a calmaria volte ao mercando financeiro trazendo novos compradores em potencial. Essa falta de liquidez do mercado de imóveis acaba sendo um ponto positivo para os proprietários pois os preços dos imóveis não caem. Ao contrário o investidor do mercado financeiro tem que ter muito sangue frio para esperar uma crise passar e assim ver o seu patrimônio recuperar as forças. Não é nada fácil manter as mãos firmes e segurar os papéis diante de tantas incertezas e tantas ameaças.
Ou seja: O investidor de imóveis dorme tranqüilo enquanto o investidor de ações fica acompanhando o vai e vem dos mercados mundiais.
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